Rafinha
RafinhaDaniel Castelo Branco
Por O Dia
Publicado 15/08/2020 05:00 | Atualizado 15/08/2020 21:56
No processo que Carolina Ferrari Santana, ex-mulher do jogador Rafinha, do Flamengo, moveu contra o craque pedindo revisão dos bens dele, ela cita, entre outras coisas, os motivos que levaram à separação do casal, em 2017. A ação teve início, entre outras coisas, após Rafinha solicitar redução do valor da pensão que paga a ela e às filhas e, segundo a ex, não ter feito a partilha dos bens como deveria. Os advogados de Carolina afirmam que a separação do ex-casal teve dois principais motivos: distância e traição.

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Rafinha Reprodução Flamengo
Lateral deu adeus ao Mengão Alexandre Vidal / Flamengo
Rafinha ALEXANDRE VIDAL / FLAMENGO
Rafinha ALEXANDRE VIDAL / FLAMENGO
Rafinha, lateral do Flamengo, em treino no Ninho do Urubu ALEXANDRE VIDAL/FLAMENGO
Rafinha deve jogar contra o Grêmio Alexandre Vidal / Flamengo
Rafinha realizou seu primeiro treino no Flamengo Daniel Castelo Branco / Agência O Dia
Rafinha Daniel Castelo Branco
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Segundo a defesa da ex-mulher do atleta, a distância contribuiu com a separação pois, na época, Rafinha morava na Alemanha com a família por conta de seu trabalho em campo pelo time Bayern de Munique. Carolina decidiu voltar com as crianças para ficar seis meses no Brasil, mas acabou prorrogando sua estada por aqui por mais um ano e foi morar em um apartamento que os dois compraram, em Curitiba. O tempo distante somado à descoberta da infidelidade do jogador, que não foi detalhada nos autos, teriam resultado no fim do relacionamento de 12 anos. 
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Carolina é formada em direito e alega que o ex-marido transferiu bens para sua mãe e irmão com o objetivo de 'fraudar a partilha'. Ela também diz que o jogador mantém investimentos aplicados na Europa. O processo corre na Vara de Família de Santa Felicidade, em Curitiba, e foi remetido para o Rio com o pedido para que Rafinha apresentasse a lista de bens. A carta precatória foi registada na 2ª Vara de Família da Barra da Tijuca. A ida do craque à Grécia não impede o andamento do processo.
A defesa da ex pede que o Flamengo, o Bayern de Munique e a Nike informem quanto depositaram ao atleta durante a vigência de seus contratos e lista uma série de empresas imobiliárias para que elas informem a participação do jogador na compra de 23 imóveis. Além disso, há um pedido para que seja expedido um ofício ao Banco Central da Alemanha para que seja verificado o imposto de renda de Rafinha.